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Preparação Psicológica para a Gestação e Educação – 2ª edição

Sinopse do livro

Ainda há pais que acreditam equivocadamente que, para educar bem aos seus filhos, basta dar-lhes liberdade para que possam expressar todo o potencial com o qual nasceram. Os que pensam assim implantam a permissividade e acabam prejudicando inexoravelmente os próprios filhos. A educação começa na concepção.

Uma das propostas deste livro é difundir o conceito de ser humano, para que o leitor possa repensar o seu conceito, para tirar suas próprias conclusões e se orientar no sentido de proporcionar educação sadia aos seus filhos.

Esse conceito se fundamenta nos conhecimentos da psicologia, da psicanálise, do psiquismo e sugere a reavaliação da ideia que cada um dele tem.

Este livro no formato físico estará à venda na Editora Dialética, Americanas, Shoptime, Submarino e Livraria Novos Rumos à rua Rio de Janeiro, 1212 – BH.

E-book na Amazon e Google Play.

O que significa ensinar?

“Ensinar é instruir, repassar conhecimento, isto é, o ritual que acontece na escola, na sala de aula, onde o professor ensina uma disciplina como matemática, história, português ou biologia. O ato de ensinar se dirige ao intelecto, enriquecendo-o com informações e conhecimentos. Quando falamos em “sistema de ensino” estamos nos referindo ao conjunto de disciplinas escolares e à prática pedagógica de transmiti-las.

O que significa educar? Educar é formar caráter, refinar sentimentos, sedimentar valores necessários ao convívio, manutenção e desenvolvimento da sociedade como um todo. A educação acontece em todo lugar e não necessariamente na escola (que é o local por excelência do ensino). Solidariedade, amizade, compaixão, honestidade, responsabilidade são valores transmitidos pela educação, não pelo ensino.

Fonte: Joelza Ester Domingues. Blog: Ensinar História.

Sobre o autor

Natural de Moeda, interior de Minas, músico, mestre em instrumentação e controle pela Petrobras/Regap graduado em Psicologia pelo Centro Universitário Newton Paiva, pós-graduado em Psicologia Médica pela UFMG, com 25 anos de trabalho em psicoterapia breve, Joel Antunes possui textos publicados em jornais, periódicos, revistas e três livros editados.

Lançou em 2016 o livro Diversidade – Breves reflexões sobre religião e espiritualidade, pela Editora Pomar de Ideias, com edição esgotada.

Em 2018, lançou o livro Psicologia Positiva – PNL e Coaching Pessoal, pela Editora Viseu, com livro físico vendido pela Leitura e Livraria Saraiva e e-book à venda na Amazon e Google Play.

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Chega de mesmice – Autoajuda pra valer!

 

Assuntos abordados

O que você aprenderá no livro Psicologia Positiva

Aprenda a se relacionar melhor

Porque relacionamentos são a essência da nossa vida.

Pratique o amor responsável

Aprimore a relação com seus filhos e aprenda a tratar preventivamente questões comportamentais.

Torne-se imune à inveja

Saiba como se livrar da inveja e realize todos os seus projetos.

Liberte-se da culpa

Aprenda a se conhecer melhor e a buscar aquilo que realmente quer.

Descubra a técnica do Rapport

Saiba como fazer as pessoas gostarem de você em alguns minutos.

Aprenda a dizer NÃO

Recupere sua autoestima e passe a ser admirado por todos à sua volta. Quem não sabe dizer não, vive uma vida medíocre e limitada em todos os aspectos.

E mais 32 temas super importantes para sua jornada de sucesso!

O que os leitores falam

São importantes lições de vida que nos auxiliam na vivência diária de forma prática, responsável, consciente e, portanto, menos sofrida. Alguns capítulos, que tive a oportunidade de testar, realmente trazem resultados que surpreendem… A aquisição dessa obra foi de real importância para mim.

— Thalita S.L.

Cara, seu livro foi um achado.
Eu não sabia dizer não às pessoas. Mas aprendi e continuo praticando. Minha vida é dividida entre antes e depois de aprender a dizer não. Tudo está mudando para melhor. Que Deus lhe retribua pelo que está fazendo com seu livro.

— J. I. O. (Atibaia, SP)

Depois de ler seu livro, me pergunto: será que as pessoas de um modo geral sabem ou têm um conceito do que é o ser humano? Eu achava que tinha… Você me permitiu abrir a mente para construir meu próprio conceito, para o bem dos meus futuros filhos. Sou-lhe grato por isso.

— R. S. R. (Belo Horizonte, MG)

Já li o seu livro Psicologia Positiva duas vezes e quero lhe dizer que foi e está sendo muito útil para mim. Parabéns pelo trabalho e que venham os próximos!!!

— Carla A.O.S.

 

Leia um trecho gratuitamente

 

 

 


 

 


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Editora Viseu
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Livro físico:

LIVRARIA NOVOS RUMOS

Rua Rio de Janeiro, 1212 – Centro – Belo Horizonte

 

 

Sobre o autor

Joel Antunes
Psicólogo e escritor

Joel Antunes tem 25 anos de experiência com psicoterapia breve, e já publicou uma série de artigos em revistas e jornais. Foi um dos precursores da Programação Neolinguística (PNL) no Brasil, na década de 80.  É psicoterapeuta com residência em Psicologia Clínica e cursos com o pioneiro da PNL em Belo Horizonte, Maurício de Souza Lima, Associate Trainer pelo Southern Institute of NLP Flórida. Também é músico e trompetista nas horas vagas.

Livro anteriorDiversidade – Religião e Espiritualidade

Fale comigo em:
joelantunespsi@yahoo.com.br
(31) 98483 1495

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Tornando-se imune à inveja

Do livro Psicologia Positiva – PNL e Coaching Pessoal
de Joel Antunes – Editora Viseu

Já tinha escutado, mas nunca lido nada sobre a inveja. Acredito que, como se trata de algo imponderável, ninguém escreve sobre ela, talvez por falta de fundamentos que possam sustentar a tese. Nem por isso acho que devo tratá-la como crendice ou superstição.

O dicionário Priberam define a inveja como sendo:

1. desgosto pelo bem alheio;

2. desejo de possuir o que o outro tem (acompanhado de ódio pelo possuidor).

Conforme narrado anteriormente no texto “Fisioterapia Mental”, um cliente, aluno de Engenharia Biomédica, havia feito um experimento usando um eletroencefalógrafo, em que pediu a uma pessoa para fazer, primeiro, movimentos físicos e, depois, inerte, fizesse os mesmos movimentos, dessa vez apenas mentalmente. Em ambos os casos os registros das ondas cerebrais foram os mesmos, o que comprova que tanto o que vivemos no real quanto o que fantasiamos ou imaginamos é transmitido em forma de ondas cerebrais e influenciam nosso psiquismo, nosso corpo e nossa mente inconsciente e em tese, a outras pessoas.

Se o cérebro tem capacidade para gerar e emitir ondas, ainda que de micro ou nano watts de potência, tem também, em tese, a sensibilidade suficiente para captá-las.

A inveja (desgosto provocado pela felicidade ou prosperidade alheia) como uma interferência das ondas do pensamento de uma pessoa sobre outra, pode chegar até mesmo a prejudicá-la. Essa interferência pode ocorrer de forma positiva ou negativa. A forma negativa caracterizaria a inveja.

Ela pode afetar os projetos, desejos ou sonhos de uma pessoa quando estes ainda estão no plano virtual, ou seja, enquanto estão sendo pensados, imaginados, criados mentalmente. Em tese, nessa fase, considerando-se a sua sutileza, a imagem mental pode ser afetada, neutralizada ou destruída pelas ondas cerebrais sutis e negativas da inveja. O dito popular “O segredo é a alma do negócio” faz sentido. Quem já colocou isso em prática sabe bem que há uma relação direta entre a manutenção do sigilo e a realização de um projeto.

A inveja pode também ter uma ação negativa sobre as coisas materializadas ou já realizadas, através da pessoa invejada. Em tese seu psiquismo poderia ser afetado e afetar a pessoa ou o seu comportamento.

As pessoas mais próximas e mais amigas são aquelas com maiores possibilidades de sentir inveja de você, de maneira mais intensa.

Quem fala dos seus planos ou sonhos para alguém, se torna responsável por despertar no outro o sentimento negativo da inveja, que pode prejudicar um e outro. Ninguém está imune à inveja, mas pode evitá-la não expondo seus planos e realizações.

Experimente guardar absoluto sigilo sobre os seus sonhos, objetivos e projetos e os verá mais rapidamente realizados. Quando falar sobre eles, para alguém? Depois que tiverem sido realizados. Mas, preventivamente, não o faça.

Livro Psicologia Positiva – PNL e coaching pessoal de Joel Antunes, à venda na amazon.com.br

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O poder do não

Do livro Psicologia Positiva – PNL e Coaching Pessoal
de Joel Antunes – Editora Viseu

Quando uma pessoa diz um sim para alguém, estará dizendo também um não. Na maioria das vezes, quando dizemos sim para alguém, estaremos dizendo não para nós mesmos. A tendência de sempre dizer sim para o outro constitui um problema que traz prejuízos para ambos os lados.

A parte mais prejudicada é a que não sabe dizer não para os outros. Tantas vezes dirá sim para os outros quantas dirá “não” para si.

Quando não se sabe dizer não, dizem-se “sins” indiscriminados para os outros e nãos absolutos e indiscriminados para si. Quando não se sabe dizer não para os outros, também não se sabe dizer não para si quando isso é necessário. É essencial que se saiba dizer não para os outros e também para si.

Exemplo: uma pessoa lhe pede que faça algo por ela, o que vai tomar duas ou três horas do seu tempo, e você diz SIM para ela. Ao mesmo tempo, você estará dizendo NÃO a si próprio, pois terá que dispor daquelas duas a três horas para trabalhar por aquela pessoa. Ela poderá usufruir daquele tempo para descansar, se divertir, assistir à TV, se dedicar a um hobby, fazer compras ou gozar o ócio. Enquanto isso, você trabalhará por ela, fazendo aquilo que ela mesma deveria fazer, tirando de você a chance de fazer algo para si mesmo.

Age-se dessa forma quando não se tem consciência das consequências desse comportamento. Essa limitação leva à deterioração das relações, abaixa a autoconfiança e autoestima da pessoa, tornando-a praticamente refém do outro e, o que é pior: esse comportamento impede que as relações possam se manter sadias.

Um cuidado que se deve ter é de avaliar o pedido quando nos dispomos a fazer alguma coisa que outra pessoa nos pede.

Os “SINS” impensados, estarão incentivando no outro a manutenção desse comportamento perverso, tirando dele a oportunidade de ser produtivo, de aprender, de ser útil, responsável e de se relacionar de forma sadia.

Quando não se sabe dizer não para o outro, as causas podem ser:
– covardia (a pessoa não se assume);
– medo de contrariar a pessoa;
– medo de perder a amizade dela;
– medo de perder o respeito do outro;
– medo de não ser querido;
– medo de ser menosprezado;
– medo de ser criticado;
– medo de ser rejeitado;
– timidez.

Por causa desses e outros medos, a pessoa deixa de ser assertiva, causando um mal maior a si mesma. Se uma pessoa não sabe dizer não, ela não obterá sucesso nos seus projetos e ações, ficará estagnada no trabalho, suas relações interpessoais serão insatisfatórias, as decepções amorosas serão recorrentes, não chegará a cargos importantes na empresa e, se por sorte alcançá-los, não conseguirá mantê-los — ou seja, quem não sabe dizer não vive uma vida medíocre e limitada em todos os aspectos.
Para que você possa entender melhor, torna-se necessário citar algumas diferenças entre mente consciente (MC) e mente inconsciente (MI). Elas são diametralmente opostas, porém complementares entre si.

A MC é sequencial, temporal, dedutiva, orienta-se pela lógica, critica, compara, avalia, interpreta, julga, está em contato direto com a realidade por meio dos cinco sentidos. A MI é atemporal, indutiva, global, virtual, literal, não interpreta, não critica, não julga, não avalia, não deduz, faz contato com a realidade por meio da MC e órgãos dos sentidos. As informações (sensações percebidas) são primeiramente processadas (avaliadas) pela MC. Tudo o que chega à MI não é por ela questionado, interpretado, avaliado ou criticado. Todos os dados são literalmente considerados consistentes, sendo-os ou não. Isso porque a MI precisa dar respostas imediatas e proporcionais de todos os dados que chegam a ela, pois controla todas as funções do corpo. Faz isso e muito mais, sempre orientada no sentido de exercer o equilíbrio do organismo e de protegê-lo. Ela é literal e precisa ser literal, proporcional e imediata para a busca e manutenção da homeostase (equilíbrio), monitorando e corrigindo todas as variáveis psíquicas e físicas. Por isso, todas as informações que chegam a ela são consideradas verdadeiras, sendo-as ou não. Também o que pensamos, mentalizamos ou sonhamos é tão real para a nossa MI quanto o é a realidade objetiva para a MC.

Quando nos comportamos não assertivamente com as pessoas (queremos dizer não para o outro, e dizemos sim ou vice-versa,) passamos incongruências para a nossa MI, as quais são acatadas por ela como verdades absolutas do tipo:
– o outro é quem é importante;
– em primeiro lugar, o outro, depois, o outro e, frequentemente, o outro;
– importante é o que o outro me pede;
– a vontade do outro é uma ordem;
– faço a felicidade do outro;
– penso uma coisa e digo outra;
– desejo fazer a minha vontade, mas me submeto a fazer a vontade do outro;
– para o outro, a possibilidade; para mim, a impossibilidade;
– por consequência, sou um paradoxo:
quando estou bem, me sinto mal; quando estou mal, me sinto bem. Sendo assim, nunca me sinto bem.

A MI pega toda essa massa de informações e vai moldando o seu comportamento, o seu pensamento, o seu jeito, criando um padrão, orientado exatamente na maneira como você fala, age e pensa. Para a sua MI, essas são as verdades que ela vai registrando e fazendo delas expressão da sua realidade.

Quando alguém nos solicita um favor, é importante lembrarmo-nos desses aspectos para então darmos a resposta adequada ao contexto e à pessoa. Para isso:
– é necessário tomar-se consciência disso;
– avaliar o pedido de quem quer que seja e fazer a melhor opção para si;
– dizer à pessoa um NÃO direto, sem a preocupação de justificá-lo. Dizer simplesmente um NÃO. O justificar faz o outro pensar que você está arranjando desculpas.

Sabendo dizer não para o outro, você será capaz de dizer não para si quando isso for necessário.

Repita e mantenha essa nova forma de lidar com as pessoas. Quando o sim se justificar, ainda assim reflita e só o diga excepcionalmente, como uma escolha sua, não como uma imposição da pessoa ou da circunstância.

Nos relacionamentos afetivos, quando a pessoa não sabe dizer não para sua “cara metade”, a relação se deteriora, porque torna-se uma relação de poder onde alguém manda, e o outro se submete, não importando com quem esteja o poder. Para que uma relação se perenize, é necessário que haja a troca. Na troca, os dois lados ganham. Há quem tenha tanta dificuldade de dizer NÃO que o primeiro NÃO é quase impossível. Vencida a barreira inicial e mantendo seu novo posicionamento, você constatará que, sabendo dizer não, sua vida mudará para melhor. Para muito melhor. Os efeitos são imediatos.

Objetivos e metas que você alcançará com essa nova postura:
– elevação da sua autoestima e autoafirmação;
– harmonização e sucesso nas relações pes-soais, de trabalho, afetivas, familiares e
sociais;
– recuperação da sensação de autoconfiança e bem-estar que caracteriza o estado de
saúde.

Sabendo dizer não, você passará a ser respeitado, admirado, querido e gozará da admiração das pessoas ao constatarem que você é confiável, assertivo e justo consigo mesmo e com o seu próximo! E, de quebra, recuperará a sua autoestima, sua autoconfiança e sua dignidade!

Livro Psicologia Positiva – PNL e coaching pessoal de Joel Antunes, à venda na amazon.com.br

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Carnívoros, herbívoros, frugívoros e homem

Conheças as diferenças e semelhanças entre os Carnívoros, os Herbívoros, os Frugívoros e o Homem.

Carnívoros Herbívoros Frugívoros Homem
Tem garras Não tem garras Não tem garras Não tem garras
Não tem poros. Transpira pela língua e membranas das patas. Transpira através de milhares de poros na pele Transpira através de milhares de poros na pele Transpira através de milhares de poros na pele
Dentes caninos frontais alonga-dos e pontiagudos para rasgar a carne. Ausência de dentes caninos frontais pontiagudos. Ausência de dentes caninos frontais pontiagudos. Ausência de dentes caninos frontais pontiagudos.
Ausência de dentes molares posteriores para triturar alimen-tos. Dentes molares posteriores achatados para triturar. Dentes molares posteriores achatados para triturar. Dentes molares posteriores achatados para triturar.
Glândulas salivares muito pequenas. Glândulas salivares bem de-senvolvidas, necessárias à pré-digestão de ervas e plantas. Glândulas salivares bem de-senvolvidas, necessárias à pré-digestão de cereais e frutas. Glândulas salivares bem desenvolvidas, necessárias à pré-digestão de cereais, frutas e nozes.
Saliva ácida Saliva alcalina Saliva alcalina Saliva alcalina
Ausência de ptialina, enzima responsável pela pré-digestão dos cereais. Profusão de ptialina. Profusão de ptialina. Profusão de ptialina.
Trato intestinal 3 vezes o com-primento do corpo, para que a carne em decomposição possa ser eliminada rapidamente. Trato intestinal 10 a 12 vezes o comprimento do corpo. Trato intestinal 10 a 12 vezes o comprimento do corpo. Trato intestinal 10 a 12 vezes o comprimento do corpo.
Estômago simples e arredonda-do Estômago em três ou quatro compartimentos Estômago com um duodeno como segundo estômago Estômago com um duodeno como segundo estômago
Forte concentração de ácido clorídrico no estômago para digerir a carne Ácido clorídrico 20 vezes me-nos concentrado do que nos carnívoros Ácido clorídrico 20 vezes me-nos concentrado do que nos carnívoros Ácido clorídrico 20 vezes me-nos concentrado do que nos carnívoros
Cólon liso Cólon convoluto Cólon convoluto Cólon convoluto
Urina ácida Urina alcalina Urina alcalina Urina alcalina
Mandíbula alongada para a frente Mandíbula levemente alongada Mandíbula curta Mandíbula curta
Alimento: carne Alimento: ervas e plantas Alimento: frutas e nozes Alimento: cereais, vegetais, frutas e nozes
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Informações que toda pessoa deveria saber

Apesar de ter estudado ou seguido toda a trajetória da escola, do curso primário à pós-graduação, em nenhuma dessas oportunidades eu recebi as informações relacionadas a autoconstrução de uma vida e de uma alimentação mais saudáveis e adequadas, como as que vou passar.

No curso primário, em algum momento, deveriam ter sido repassadas essas informações que vou abordar nesse texto.

No segundo grau ou ensino médio, muito foi estudado sobre biologia e também ali caberiam ter abordado assuntos ou conhecimentos de tão grande importância.

Por que se estudam tantas disciplinas ligadas à natureza às plantas à ecologia, à vida e não se abordam nem repassam conhecimentos científicos, verdadeiros e tão importantes?

Por que será que milhares de pessoas que ao longo do tempo cuidaram de determinar o que deveria e o que não deveria fazer parte dos currículos  escolares, não deram importância ou consideraram irrelevante a inclusão desses determinados conhecimentos?

Por que será que ao longo de décadas, séculos o que vou abordar passou batido, passou desapercebido pelos senhores, professores e doutores que ao longo do tempo elaboraram os currículos de todo o sistema de ensino?

Pois é. Essas informações, eu considero de vital importância para todas as pessoas.

Será que intuitiva ou empiricamente alguém acabaria descobrindo outras informações por si próprio como aconteceu comigo quando ainda era criança com mais ou menos oito/nove anos de idade?

Na cabeça de criança de roça pipocam perguntas. Eu imaginava que da boca até ao estômago a gente tinha por dentro, um canudo de bambu para conduzir os alimentos.

E a pergunta que me veio foi:
– Será que se eu estando de ponta cabeça e comesse alguma coisa, a comida chegaria ao estômago subindo pelo canudo?

Procurei uma goiaba sem bichos, madurinha, me dependurei pelos joelhos ficando de cabeça para baixo na galha de uma árvore e comi o primeiro pedaço da goiaba engolindo-o e acompanhando as sensações. Senti que o  que eu havia mastigado e engolido, foi subindo até chegar ao estômago. Comi a goiaba toda e tudo subiu até ao estômago.

Conclusão: descobri os movimentos peristálticos naquele momento mas, não sabia que tinham esse nome.

O problema é que existem informações muito mais complexas do que essa que não nos permitem descobertas empíricas.

Um exemplo é o vou passar para o leitor(a).

Certo dia, quando fazia o curso de psicologia vi dois integrantes do movimento hari krisnha, vendendo um livreto sobre alimentação.

A curiosidade me fez compra-lo e lê-lo. Para minha surpresa, nesse livreto, tomei conhecimento das diferenças fisiológicas que existem entre os animais carnívoros, herbívoros e frugívoros.

As três principais e gritantes diferenças são:

  • Todo animal carnívoro sua pela língua e pelas membranas das patas; todo animal frugívoro e herbívoro suam pela pele.
  • O comprimento do aparelho digestivo dos carnívoros é três vezes o comprimento do corpo; o comprimento do aparelho digestivo dos herbívoros é onze vezes o comprimento do corpo e dos frugívoros, até doze vezes.
    Por razões óbvias, o trato digestivo dos carnívoros é três vezes menor, para evitar a putrefação.
    O comprimento do aparelho digestivo de nós humanos é de até 12 vezes o comprimento do nosso corpo.
  • O ácido clorídrico secretado no estômago dos carnívoros é vinte vezes, ou seja, 2.000% mais concentrado do que o dos herbívoros e frugívoros.
    Também por razões óbvias, a maior concentração de ácido clorídrico é necessária para reagir, decompor e digerir quantidade de carne ingerida pelos carnívoros.

No total, são catorze as diferenças que transcrevo na página seguinte.

Essas informações cientificamente corretas foram tão impactantes pra mim que desde então, já fazem mais de 30 anos que me tornei vegetariano.

De posse dessas informações vitais, cada pessoa pode se orientar em relação a melhorar a qualidade da sua alimentação e preservar sua saúde, contribuindo para uma maior longevidade!

Obs.: Essas informações foram obtidas num livreto que adquiri de um membro da instituição Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna.

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Livro Psicologia Positiva

Um livro de autoajuda pra valer

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O livro Psicologia Positiva – PNL e Coaching Pessoal contém informações relevantes, abordando comportamento, relacionamentos interpessoais, desenvolvimento pessoal e educação, resultado da experiência do autor em 25 anos no atendimento em psicoterapia breve.

O diferencial desse livro de auto ajuda, se fundamenta nos conhecimentos da psicologia, da psicanálise e da PNL e sugere exercícios práticos e objetivos na busca da melhoria da qualidade de vida pessoal do leitor, otimizando seu potencial de relacionamento e realização.

Livro físico disponibilizado nos seguintes endereços:

eBook à venda na:

Na Espanha:

Em Portugal:

Outros lugares:

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Breve reflexões sobre Religião e Espiritualidade

Lançamento do livro Diversidade – Breves reflexões sobre religião e espiritualidade de Joel Antunes

A Editora Pomar de Ideias lançará, no dia 3 de agosto, quarta-feira, das 18 às 21 horas, na Quixote Livraria e Café (rua Fernandes Tourinho, nº 274 – Savassi – BH/MG) o livro Diversidade, de Joel Antunes.

Em uma coletânea de 40 breves textos, elaborados com o propósito de despertar questionamentos nos leitores, o autor tece paralelos entre as premissas religiosas e nosso cotidiano, levantando dúvidas quanto às “verdades” estabelecidas.

Natural de Moeda, interior de Minas, graduado em Psicologia, ao longo de 25 anos de trabalho, Joel Antunes possui textos publicados em jornais, periódicos e revistas técnico/científicas, sendo este seu primeiro livro.

livro-diversidade-breves-reflexoes-sobre-religiao-e-espiritualidade-joel-antunesFormato: 14 x 21
Páginas: 128
Papel: Chambril Avena

Contatos com o autor:
(31) 98483-1495
joelantunespsi@yahoo.com.br
Rua Goitacazes, 375, sala 602, Centro, Belo Horizonte – MG

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Conceito de Cura

O ser humano se reproduz e se desenvolve de forma a não apresentar doenças. As que o acometem, excluídas as de predisposições genéticas, têm origem nos maus hábitos alimentares, no meio ambiente, nos comportamentos inadequados, nos acidentes, no uso inadequado de medicamentos, no uso adequado de medicamentos, mas que produzem efeitos colaterais, nos transtornos psíquicos, em origens ocupacionais, na falta de informação e conhecimento e há até aquelas devidas à irresponsabilidade, à falta de autodisciplina e bom senso.

Quando ocorre qualquer distúrbio ou lesão em alguma parte ou órgão do corpo, o próprio corpo (corpo entendido como mente, corpo e espírito) desencadeia as defesas orgânicas necessárias para o retorno ao equilíbrio (cura).

Com base nesses princípios, podemos afirmar que nenhum médico cura, nenhuma medicação cura, nenhum psicólogo cura. Tanto esses profissionais quanto os medicamentos, conhecimentos e tecnologias dessa área são auxiliares do corpo. O corpo, sim, se cura. O princípio vital ou de vida está no organismo vivo; não nas coisas.

Imagine uma situação em que uma equipe médica faz um transplante bem sucedido. Um órgão gravemente lesado é substituído por outro sadio. Se o corpo desse paciente tiver perdido as suas capacidades de coagulação do sangue, de revascularização, de cicatrização, de regeneração dos tecidos, de exercer o reequilíbrio químico, orgânico, fisiológico e, se tiver perdido as defesas do sistema imunológico, não haverá remédios ou médicos que sejam capazes de “curar” essa pessoa.

A tecnologia, os medicamentos e os profissionais da área da saúde são auxiliares do principio vital e da capacidade de auto cura do corpo biológico.

O mecanismo de funcionamento da vacina ilustra essa tese. Através da sua aplicação, provoca-se uma reação no sistema imunológico, para que este produza anticorpos de combate a determinado vírus. Aquele corpo torna-se, então, imune àquele vírus. Esta auto-capacitação de produção de anticorpos é que, de fato, protege, defende o corpo. O antibiótico, por exemplo, não mata as bactérias. O que ele faz é impedi-las de se reproduzirem além da capacidade de reação do próprio corpo.

Se os médicos, os psicólogos e os remédios curassem, ninguém morreria senão por velhice. Conceitos contrários a essa constatação são passados, veiculados de forma ideológica e pouco sadia. É necessário que exerçamos nossa capacidade de raciocínio para desmitificarmos idéias ultrapassadas e tão perniciosas quanto a superstição e a desinformação.

Os profissionais da saúde são imprescindíveis para a prevenção e combate às doenças, lesões, somatizações e merecem todo o nosso respeito e admiração, porém, deixemos os mitos de lado.

Joel Antunes dos Santos – psicólogo, psicoterapeuta
Pós-graduado em Psicologia Médica pela UFMG

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Complexo de Culpa

Raramente ouvimos escutando ou olhamos enxergando, quando se trata daquelas coisas freqüentemente repetidas. Um exemplo disso ocorre nas orações e missas. Repetimos tanto o que lemos que já nem prestamos atenção às palavras.

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Numa noite de domingo, numa missa do Padre Rocha na paróquia de Nossa Senhora da Gloria em BH, escutei algo que me soou dissonante. Há muito tempo ouço essas mesmas dissonâncias incluídas no Ato de Confissão.

As razões dessa inclusão talvez esteja calcada na idéia disseminada de que devemos ter temor a Deus, devemos ter medo de Deus, o que dissemina uma idéia ou “imagem” destorcida e equivocada dEle. O medo de Deus leva a pessoa a sentir culpa quando comete alguma falta. Temor não é respeito nem reconhecimento.

Os clérigos dizem: -“O pecado é uma ofensa a Deus”. Quem somos nós para agredirmos a Deus ou atingi-lo com nossa ignorância? Quando pecamos agredimos a nós mesmos e ao nosso próximo. No Ato de Confissão repetimos as frases: …”que pequei muitas vezes por pensamentos, palavras atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa.” Essa é a dissonância. A culpa é um sentimento causado pelo comportamento ou ato, sem o propósito de lesar ou prejudicar mas do qual proveio (ou não), dano ou ofensa a outrem; ou, falta voluntária a uma obrigação.

A culpa é um sentimento estéril em termos de produção de mudanças e que nada acrescenta de bom àquele que a sente, imputando-lhe apenas sofrimento. É mais fácil sentir culpa do que ter que se responsabilizar e agir.procurando reparar o prejuízo que possamos ter causado a alguém.

O sentimento de culpa é de tal forma pernicioso que pode impedir aos pais, de exercerem dentro do núcleo familiar a função pai e a função mãe, no processo de educar os filhos. Se omitem e fazem opção por uma educação permissiva, porque não suportam a culpa de terem que punir seus filhos quando estes não respeitam os limites estabelecidos.

Nesses casos, transferem à escola, a tarefa de educar. Mas a função da escola é apenas instruir. Educar os

filhos é uma prerrogativa exclusiva dos pais.

Por essas e outras razões acredito que algum dia, nossos clérigos se ligarão mais a esses pequenos detalhes que fazem grandes diferenças e então rezaremos: “que pequei muitas vezes, por minha responsabilidade”.

Assim, ao invés do sentimento paralisante da culpa que nada nos acrescenta além do sofrimento, poderá brotar em nós, o desejo sincero de reparação e mudança, pela ênfase retirada da culpa e colocada no censo de responsabilidade.

Joel Antunes dos Santos – psicólogo, psicoterapeuta
Pós-graduado em Psicologia Médica pela UFMG